Imunização? Bolsonaro toma medida drástica na aquisição de novas seringas e deixa o país preocupado

Ao que tudo indica a chegada da vacina continua gerando o que falar em todas as mídias do país. Tudo porque Bolsonaro chegou a revelar um fato alarmante acerca da compra de novas seringas. De acordo com o presidente, até segunda ordem se encontra suspensa a compra de novas seringas, tudo por conta do valor abusivo que está sendo vendido o material.
“Como houve interesse do Ministério da Saúde em adquirir seringas para seu estoque regulador, os preços chegaram a disparar e o MS suspendeu a compra até que os preços voltassem à normalidade”, ressaltou Bolsonaro.
No fim do ano passado, o Ministério da Saúde teria aberto uma nova licitação para comprar mais 300 milhões de seringas prevendo a vacinação contra o coronavírus, doença que vem matando milhares de pessoas ao redor do mundo. Porém só foi comprado quase 8 milhões de seringas, número que só atende uma parte da população.
Segundo o presidente, mesmo o fracasso em adquirir novos materiais não irá impedir que as cidades iniciem a primeira etapa de vacinação contra o vírus, pois a quantidade de vacinas é pequena. “Estados e municípios têm estoques de seringas para o início das vacinações, já que a quantidade de vacinas num primeiro momento não é grande”, afirmou Bolsonaro.
O presidente tentou fugir do assunto polêmico afirmando que o país consome 300 milhões de seringas por ano e é um dos maiores produtores do material. Vale lembrar que o Brasil está atrás de todos os países na campanha de imunização.
“Por volta de 44 países estão vacinando, contudo a Pfizer vendeu para muitos desses, apenas 10 mil doses. Daí a falácia da mídia, como se estivessem vacinando toda a população.”, disparou o chefe do estado maior.
O assunto acabou viralizando nas redes sociais, já que até o momento não houve nenhuma pessoa vacinada no país. De acordo com Paulo Henrique Fraccaro, superintendente da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos, tudo é culpa do Ministério da Saúde, pois eles ofereceram um valor abaixo do pedido. Foi revelado que a seringa pode custar em média 22 centavos e foi oferecido um valor de compra avaliado em 13 centavos.

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