“Não roubarás”: 12 pastores são investigados após desviarem milhões de reais de fiéis e detalhes chocam a população

Um caso assustador tomou conta das redes sociais e dos sites de notícias de todo o Brasil esta semana, o caso se trata do desvio de uma fortuna dos cofres da Igreja Universal. Vale lembrar que o sétimo mandamento do Decálogo diz que todos devem temer e amar a Deus e, por isso, não tirar o dinheiro ou os bens do próximo. No entanto, ao que tudo indica uma gama de pastores fez justamente o contrário.


Agora, ex-pastores da Igreja Universal do Reino de Deusestão sendo investigados em uma operação que analisa um esquema milionário de desvio de dízimos e ofertas da igreja famosa. O caso acabou sendo exposto e teve grande destaque nas redes sociais.

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Segundo informações da denúncia, partiu da própria direção da Universal, e está sendo investigada pelo Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), da Polícia Civil do Distrito Federal. A polícia acredita que o grupo formado por religiosos tenha furtado mais de 3 milhões de reais.

O golpe consistia em abrir empresas de fachada para desviar o dinheiro das unidades furtadas, quem comandava tudo era o pastor Nei Carlos dos Santos. O grupo atuava com ênfase em um grupo de empresários que tinha como objetivo mudar sua vida financeira. O chamado “Culto dos 318”, foi o mais lesado de todos.

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Cerca de 12 pastores, teriam ligação com Glaidson Acácio dos Santos, conhecido como Faraó dos Bitcoins, vale lembrar que o criminoso foi detido pela Polícia Federal em agosto deste ano. Segundo uma investigação prévia, o desvio de dinheiro está ligado diretamente às movimentações bilionárias feitas pelo Faraó.

Os criminosos serão indiciados pelo crime de organização criminosa, apropriação indébita e lavagem de dinheiro. A Universal, vítima dos pastores, chegou a dar parte dos bandidos e revelou todos os detalhes de como eles trabalhavam, a Igreja chegou a mandar embora algumas pessoas acusadas de ajudar no desvio.

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A foto dos acusados você pode conferir logo abaixo, eles ficaram conhecidos nas redes sociais, por ostentar todo o  dinheiro furtado. Nei dos Santos começou como motoboy em 1997 e aos poucos foi subindo na Igreja Universal e no ano de 2020 ele acabou se mudando para um apartamento de luxo.

A aquisição levantou suspeitas, pois ele recebia apenas 2 salários mínimos, e todos se perguntaram como ele comprou um apartamento de R$ 2,6 milhões, com parcela mensal de R$ 87,7 mil. Seus parceiros cometeram os mesmos erros e chegaram a abrir diversas empresas.



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