Médica morre após sofrer infarto durante velório da mãe em São Paulo

A médica Myriam Priscila de Rezende Castro, de 43 anos, faleceu após sofrer um infarto fulminante durante o velório de sua própria mãe. O episódio ocorreu na cidade de Campos do Jordão, localizada na região do Vale do Paraíba, interior de São Paulo.

O caso chamou a atenção das autoridades e da comunidade local pela sequência trágica de eventos familiares ocorridos em um curto espaço de tempo. De acordo com informações de testemunhas e familiares presentes no local, a médica começou a se sentir mal durante a cerimônia fúnebre.

Ela chegou a ser socorrida rapidamente e encaminhada para uma unidade hospitalar da região, mas não resistiu às complicações cardíacas. O óbito foi confirmado pela equipe médica na mesma noite em que a família realizava a despedida da matriarca.

A mãe da médica havia falecido poucos dias antes, e o velório estava sendo realizado para que amigos e parentes prestassem as últimas homenagens. O clima de luto se intensificou quando Myriam, visivelmente abalada, sofreu o mal súbito.

Relatos indicam que o forte impacto emocional da perda pode ter contribuído para o quadro clínico que levou ao ataque cardíaco. O sepultamento da médica ocorreu na sequência, ampliando a dor da família que precisou lidar com duas perdas significativas em menos de uma semana.

A situação gerou repercussão na cidade, onde conhecidos e moradores manifestaram solidariedade aos parentes sobreviventes diante da fatalidade dupla que atingiu o núcleo familiar.

Myriam Priscila era conhecida publicamente não apenas por sua atuação na medicina, mas também por um processo judicial de grande repercussão nacional ocorrido no início dos anos 2000.

Ela cumpriu pena após ser condenada por um crime contra seu ex-noivo em Juiz de Fora, Minas Gerais, fato que marcou sua biografia antes de retomar a vida profissional.

Apesar do passado que a tornou figura pública, a notícia de sua morte no contexto do velório materno foi tratada com foco na tragédia humana. As autoridades locais registraram o caso como morte natural decorrente de infarto, encerrando os trâmites legais para a liberação do corpo e a realização dos ritos funerários finais.