Classe artística lamenta falecimento de Titina Medeiros

A classe artística brasileira manifestou pesar neste domingo (11) após a confirmação da morte da atriz Titina Medeiros, de 48 anos. Conhecida por papéis marcantes na televisão, a artista estava em tratamento contra um câncer no pâncreas, mas não resistiu.

A notícia mobilizou fãs e celebridades, que prestaram solidariedade à família. Titina iniciou sua carreira no teatro potiguar antes de alcançar fama nacional na TV Globo.

Sua personagem Socorro, fiel escudeira da vilã Chayene em “Cheias de Charme”, tornou-se um dos destaques da trama. Além da televisão, a atriz manteve uma forte ligação com os palcos, sendo uma figura central na cena cultural do Nordeste.

Nas redes sociais, parceiros de cena expressaram tristeza com a perda. A atriz Cláudia Abreu publicou um texto recordando a parceria profissional e a amizade construída ao longo dos anos.

Outros artistas ressaltaram a alegria e o profissionalismo de Titina, descrevendo-a como uma colega insubstituível nos projetos em que atuou. O diagnóstico da doença ocorreu no ano passado, e desde então a atriz vinha se submetendo a procedimentos médicos em Natal.

O tratamento foi mantido com discrição pela família até o agravamento do quadro clínico neste fim de semana. O marido, César Ferrario, confirmou o óbito e agradeceu o apoio recebido.

As cerimônias fúnebres foram organizadas para permitir a despedida de amigos, familiares e admiradores. O velório inicial em Natal precede o translado para o interior do estado, onde ocorrerá o sepultamento.

A escolha dos locais reflete a conexão profunda da atriz com suas raízes e com o estado do Rio Grande do Norte. O legado de Titina Medeiros permanece vivo através de suas obras audiovisuais e de sua contribuição ao teatro.

Instituições culturais e emissoras emitiram notas de pesar, reconhecendo a relevância de seu trabalho para a dramaturgia nacional e lamentando a interrupção precoce de sua atividade artística.